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Os donos da Copa 2026: quem são os jogadores que dominaram o Mundial na opinião dos especialistas

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Quando o alvoroço da grande final finalmente se dissipa, os debates esportivos ganham um novo foco: determinar quem foram os verdadeiros destaques dos gramados. Embora gols, assistências e premiações oficiais ofereçam um norte, a avaliação real passa pelo peso das atuações em momentos decisivos, pela regularidade ao longo da competição e pelo impacto deixado na história do torneio. Grandes veículos e plataformas de dados como Sports Illustrated, GOAL, FOX Sports e Sofascore já divulgaram suas análises. O cruzamento desses rankings revela os atletas que alcançaram o maior consenso global devido à influência direta no destino de suas seleções.

Rodri —Espanha

O meio-campista espanhol consolidou-se como o grande maestro da competição, sendo a escolha que menos gera divergências entre os especialistas. Eleito oficialmente como o Bola de Ouro do torneio, ele ditou o ritmo de jogo da Espanha a partir do círculo central, funcionando como uma verdadeira âncora defensiva. O volante liderou a estatística de passes completados no Mundial e, embora seu estilo de jogo não produza lances plásticos para as redes sociais, ele foi o pilar fundamental para que a Fúria erguesse a taça.

O meio-campista espanhol Rodri Hernández / Carl Recine / Gettyimages.ru
Lionel Messi —Argentina

Aos 39 anos, o craque argentino provou mais uma vez seu valor ao carregar a seleção alviceleste até a finalíssima. Ao longo da campanha, o camisa 10 balançou as redes oito vezes e distribuiu quatro assistências, com destaque para os dois passes decisivos na vitória de virada contra a Inglaterra. Apesar de ter sido neutralizado pela marcação espanhola na decisão, seu desempenho geral reafirmou sua condição de criador de jogadas, artilheiro e principal liderança emocional de seu país.

O atacante argentino Lionel Messi / Gettyimages.ru
Kylian Mbappé—França

O atacante francês faturou a Chuteira de Ouro pela segunda vez consecutiva ao cravar dez gols e quatro assistências na competição, um feito sem precedentes no futebol moderno. Mesmo com a eliminação da França diante da Espanha na semifinal, o jogador brilhou ao marcar duas vezes contra os ingleses, alcançando a marca histórica de 22 gols em Copas do Mundo. O desempenho avassalador garantiu sua presença no top 3 de praticamente todos os rankings avaliados.

O atacante francês Kylian Mbappé / Gettyimages.ru
Jude Bellingham— Inglaterra

O jovem meio-campista se consolidou como o motor da excelente campanha da seleção da Inglaterra. Ele balançou as redes em sete oportunidades e apareceu como o elemento decisivo em momentos de alta pressão, anotando gols importantes contra a Croácia, o México (duas vezes) e a Noruega. Sua capacidade de conciliar arrancadas ofensivas, dribles, recomposição defensiva e maturidade para assumir a responsabilidade o colocou no topo das listas de melhores do mundo.

meio-campista inglês Jude Bellingham / Gettyimages.ru
Erling Haaland —Noruega

O centroavante norueguês registrou a impressionante marca de sete gols em apenas cinco partidas, sendo o principal responsável por levar a Noruega às quartas de final de forma inédita. Seus dois gols na partida de eliminação contra o Brasil foram classificados entre os momentos mais marcantes de todo o torneio. A presença do artilheiro entre os destaques do Mundial justifica-se não apenas pelos números, mas por transformar uma seleção sem tradição recente em eliminatórias em uma ameaça real.

O atacante norueguês Erling Haaland / Gettyimages.ru
Pau Cubarsí — Espanha

A grande revelação do setor defensivo nesta edição do torneio foi o jovem zagueiro espanhol. Aos 19 anos, ele assumiu a titularidade em uma linha defensiva que foi vazada apenas uma vez em toda a competição, tendo a missão de frear atacantes do calibre de Cristiano Ronaldo, Kylian Mbappé e Lionel Messi. A impressionante leitura de jogo, frieza e qualidade na saída de bola renderam a ele o prêmio oficial de melhor jogador jovem do Mundial.

O zagueiro espanhol Pau Cubarsí / Gettyimages.ru

Mikel Oyarzabal — Espanha

A participação do centroavante na Copa do Mundo consolidou uma lição valiosa: o impacto de um homem de área vai muito além dos lances plásticos. Com cinco gols na bagagem, o jogador se destacou pela leitura de jogo impecável, abrindo espaços na defesa adversária e servindo como apoio fundamental para a transição de passes do meio-campo espanhol. A consagração de sua postura decisiva veio na cobrança de pênalti contra a França, gol que carimbou o passaporte da Fúria para a grande final do torneio.

O atacante espanhol Mikel Oyarzabal / Gettyimages.ru
Michael Olise — França

O atleta francês firmou-se como o principal articulador ofensivo da competição logo atrás de Messi. Deslocado para a faixa central do campo pelo técnico Didier Deschamps, ele quebrou o recorde histórico de passes para gol em uma única edição de Copa do Mundo ao distribuir sete assistências. Embora não tenha sido o fator de desequilíbrio na semifinal contra os espanhóis, sua visão de jogo para servir Mbappé e Dembélé foi vital para os Bleus.

atacante francês Michael Olise / Gettyimages.ru
Ousmane Dembélé França

Esta Copa do Mundo marcou a melhor participação do atacante em um torneio de grande porte pela seleção da França. Com seis gols anotados — incluindo um hat-trick contra a Noruega —, ele ofereceu aos franceses uma alternativa ofensiva de velocidade constante pelo lado de campo. Apesar de uma atuação mais contida na semifinal, o ponta chegou aos momentos decisivos referendado como um dos atacantes mais produtivos do planeta.

O atacante francês Ousmane Dembélé / Gettyimages.ru
Harry Kane — Inglaterra

O experiente centroavante inglês manteve seu papel de liderança técnica e tática na seleção inglesa, mesmo dividindo os holofotes com a grande fase de Bellingham. O capitão contribuiu com seis gols ao longo da campanha, salvando a equipe com dois tentos nos minutos finais contra a República Democrática do Congo e repetindo a postura decisiva no confronto diante do México.

atacante inglês Harry Kane / Gettyimages.ru
Unai Simón Espanha

O goleiro espanhol coroou uma campanha impecável no gol da seleção campeã. Embora o sistema defensivo sólido tenha feito com que ele fosse menos exigido em termos de milagres do que outros arqueiros, ele terminou a competição com sete jogos sem sofrer gols em oito partidas disputadas. Sua liderança na área, segurança no jogo aéreo e precisão na reposição de bola com os pés garantiram a ele a Luva de Ouro oficial e o reconhecimento unânime da crítica.

Goleiro espanhol Unai Simón / Gettyimages.ru
Lamine Yamal — Espanha

Embora tenha enfrentado limitações físicas que impediram o nível de dominância total que muitos esperavam, o jovem atacante espanhol manteve o status de pesadelo para os defensores adversários. Ele deixou sua marca contra a Arábia Saudita, teve grande atuação contra a Bélgica e cresceu de produção nos jogos finais. Mesmo ficando logo atrás do quinteto principal da Copa, sua capacidade de desestabilizar linhas defensivas pela equipe campeã carimbou seu lugar no grupo de elite do futebol mundial.

ponta espanhol Lamine Yamal / Gettyimages.ru

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