Sol dispara ejeções de plasma do lado oculto e cientistas já monitoram risco à Terra

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Entre os dias 3 e 4 de setembro, instrumentos de monitoramento espacial registraram uma intensa sequência de ejeções de plasma na atmosfera solar. De acordo com astrônomos russos, os fenômenos tiveram origem na borda leste, especificamente na face oculta da estrela, o que impede a obtenção de dados diretos sobre a região afetada neste momento.

Monitoramento e riscos futuros

Apesar do volume das erupções, os especialistas tranquilizam a população ao confirmar que as partículas expelidas não atingirão a Terra no curto prazo. Um eventual cenário de risco só passará a ser considerado caso a instabilidade no Sol persista por um período de quatro a cinco dias, o que exigirá novas avaliações conforme a rotação do astro aproxime a região do campo visual terrestre.

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