Terror em Kiev: Rússia lança poderoso míssil Oreshnik e centenas de drones em ataque brutal com mortos e destruição; vídeos
A Rússia lançou uma ofensiva de larga escala contra a Ucrânia, utilizando pela terceira vez o avançado míssil balístico hipersônico Oreshnik. O ataque concentrou-se severamente em Kiev e sua região metropolitana, deixando um rastro de destruição que resultou em pelo menos quatro mortes e cerca de 100 feridos em todo o território ucraniano. Segundo o presidente Volodymyr Zelenskyy, o bombardeio envolveu aproximadamente 600 drones e 90 mísseis de variadas tipologias, sendo a capital o principal alvo. O Ministério da Defesa russo confirmou o uso do Oreshnik, além de outros armamentos, justificando a ação como uma retaliação por ataques ucranianos a infraestruturas em solo russo.
Impacto na infraestrutura civil e patrimônio histórico
A magnitude do ataque causou danos profundos em áreas residenciais e essenciais. Em Kiev, instalações de tratamento de água foram atingidas, dezenas de edifícios residenciais foram danificados, uma escola sofreu um incêndio e um centro comercial foi seriamente comprometido, deixando civis presos em abrigos. O trauma atingiu também o cenário cultural: o Museu Nacional de Arte da Ucrânia sofreu danos estruturais, incluindo tetos e janelas destruídos, embora seu acervo tenha sido preservado. Além disso, o edifício do Ministério das Relações Exteriores registrou danos leves em seu patrimônio histórico, e a sede do governo ucraniano também foi afetada pelo impacto das explosões.
Reações internacionais e contexto de guerra
A comunidade internacional reagiu com contundência ao uso do Oreshnik e à intensificação do conflito. Líderes da União Europeia, França, Áustria e Reino Unido condenaram a agressão, classificando-a como uma tática de terror voltada contra a população civil e um ato de intimidação. A alta representante da UE, Kaja Kallas, descreveu o emprego da arma como uma imprudência nuclear que exige maior pressão internacional sobre Moscou. Enquanto o governo ucraniano reafirma que a investida russa busca apenas destruir a identidade e a resiliência do país, o Kremlin sustenta suas justificativas baseando-se em uma retaliação por um suposto ataque ucraniano contra um dormitório em Luhansk, versão prontamente negada por Kiev.
O poder bélico do Oreshnik
O Oreshnik, protagonista desta escalada, é descrito por Vladimir Putin como uma arma de capacidade destrutiva comparável a artefatos nucleares, mesmo quando equipado com ogivas convencionais. Com uma velocidade declarada de 10 vezes a do som, o míssil é apresentado por Moscou como impossível de ser interceptado. Embora analistas ocidentais mantenham cautela sobre tais especificações técnicas, a realidade enfrentada pelas forças ucranianas confirma a ausência de sistemas de defesa aérea capazes de neutralizar a trajetória desse tipo de míssil, que já havia sido utilizado anteriormente nas cidades de Dnipro e Liiv.