EUA bombardeiam petroleiros iranianos e matam membros do IRGC e Irã responde com ofensiva de drones contra bases americanas no Golfo
O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) informou que concluiu com sucesso uma nova onda de ataques contra alvos militares no território iraniano. A investida atingiu instalações do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), incluindo sistemas de radar, defesas aéreas, ativos marítimos, infraestruturas de comunicação e capacidades de lançamento de minas. Segundo Washington, a ofensiva ocorreu após tentativas recentes da Guarda Revolucionária de atacar embarcações comerciais no Estreito de Ormuz e membros das Forças Armadas norte-americanas. O CENTCOM destacou que mais de 50.000 militares permanecem mobilizados e em alerta em toda a região.
Acusações de ataques a civis e retaliações regionais
O regime iraniano acusou os Estados Unidos de atingirem alvos civis, relatando um bombardeio contra uma festa de casamento na cidade de Kohstak, distrito de Sirik, na província de Hormozgan, que deixou pelo menos cinco mortos e 68 feridos. Em resposta, o Ministério das Relações Exteriores do Irã prometeu uma resposta firme, enquanto a Guarda Revolucionária lançou um ataque massivo com drones contra posições americanas no Bahrein, sede da Quinta Frota dos EUA. A instituição militar iraniana também confirmou a morte de quatro membros de sua Força Aeroespacial na província de Kermanshah, classificando a ação como um ataque brutal.
Mudança na estratégia naval com ataques a petroleiros
Em uma medida inédita, as forças armadas dos Estados Unidos atacaram diretamente dois petroleiros iranianos na costa do país, conforme relataram fontes oficiais ao portal Axios. A ação representa uma mudança tática em relação ao bloqueio naval tradicional imposto a Teerã, substituindo a simples interdição de passagens por uma política ativa de combate navio por navio. Aprovada pelo presidente Donald Trump, a diretriz autorizou o lançamento de mísseis por drones contra as salas de máquinas das embarcações, que estavam ancoradas ao norte da linha de bloqueio, com o objetivo declarado de neutralizar ameaças no corredor estratégico do Oriente Médio.
Bombardeios a Bases aliadas e impacto na segurança regional
Como retaliação aos ataques terrestres e aéreos, forças da Guarda Revolucionária Islâmica executaram operações simultâneas contra postos militares americanos e instalações aliadas na Jordânia, no Bahrein e em Erbil, no Iraque. Um ataque combinado com drones e mísseis também atingiu a Base Aérea de Ali Al Salem, no Kuwait, resultando em baixas entre os militares inimigos, de acordo com comunicados oficiais iranianos. Simultaneamente, registros audiovisuais divulgados nas redes sociais evidenciaram o impacto de um drone suicida modelo Shahed-136 contra o quartel-general da Marinha dos EUA na capital bareinita, Manama.