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Em evento evangélico André Mendonça fala em fardo no STF e diz que juiz não pode querer ficar rico

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, afirmou ter enfrentado momentos de profunda infelicidade durante seus dois primeiros anos de atuação na Corte. Atualmente relator de investigações de grande repercussão — como a apuração de fraudes no INSS que citam Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, e o caso envolvendo o Banco Master —, o magistrado destacou que a função traz um fardo elevado. Segundo ele, as constantes pressões do cargo o levam a buscar amparo espiritual em momentos críticos.

Padrão de vida e limites financeiros

Durante participação no 5º Seminário da Associação Nacional de Magistrados Evangélicos (Anamel), o magistrado declarou que a magistratura exige abrir mão do desejo de enriquecimento. Mendonça enfatizou que a remuneração de um integrante do STF, embora acima da média nacional, não proporciona uma rotina de luxos desmedidos e exige controle financeiro contínuo, enquadrando o padrão de vida da categoria equivalente ao da classe B.

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Perfil institucional e postura

Ao avaliar as qualificações necessárias para exercer o cargo no Tribunal, Mendonça pontuou que a atuação na alta corte exige uma postura pautada pela humildade, ressaltando que esse comportamento difere totalmente da subserviência no exercício do poder Judiciário.

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