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Projeto visa reduzir os gastos de energia em geladeira de bar

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O projeto para obrigar as geladeiras comerciais a terem a etiqueta de redução de energia do Inmetro e atender padrões de eficiência do Ministério de Minas e Energia vai receber recursos do Fundo Verde do Clima (Green Climate Fund, em inglês), segundo a pasta. O fundo é regido pelo Acordo de Paris (2015), que permite aos países em desenvolvimento captar dinheiro de países ricos para mitigar a emissão de gases-efeito estufa.

Samira Sana Carmo, coordenadora-geral de eficiência energética da pasta, diz que tem um cronograma de dois anos para desenvolver as propostas. O ministério, que chamou o Inmetro para participar, pretende estender o convite para as pastas de Economia e Meio Ambiente, além da indústria de geladeiras comerciais.

Os refrigeradores dessa categoria são usados em estabelecimentos como supermercados, bares, restaurantes, açougues, entre outros.

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Segundo Carmo, essas geladeiras não tiveram regulamentação nem etiquetas do Inmetro até hoje porque a variação de modelos no mercado é grande. “Muitos equipamentos são projetados especificamente para um único estabelecimento”, afirma.

Ela diz que parte da demanda pela mudança vem de donos de bares e restaurantes que são obrigados a usar refrigeradores fornecidos pelos comercializadores de bebidas.

“Isso começou a ficar complicado porque o empresário que vai pagar a conta de energia não tem como escolher o refrigerador, e ele não sabe qual é a eficiência daquilo, quanto vai consumir”, afirma.

O projeto também será implementado com apoio da iniciativa U4E (United for Efficiency) do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) e da Olade (Organização Latino-Americana de Energia).

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