Close

O mistério da Arca de Noé: novos dados apontam estruturas incomuns no subsolo da Turquia; veja vídeo

Compartilhe

Novas varreduras de radar realizadas em uma formação rochosa de 157 metros de altura, situada nas proximidades do Monte Ararat, na Turquia, reacenderam as discussões sobre a possível presença dos restos da Arca de Noé no local. De acordo com informações divulgadas pelo jornal Daily Mail, a equipe responsável pelo estudo identificou anomalias geológicas e camadas internas que divergem do padrão esperado para uma massa rochosa homogênea.

Tecnologia de ponta revela camadas no subsolo

A investigação mais recente foi conduzida sob a liderança do Dr. Khosrow Bakhtar, utilizando o sistema de imagem especializado BakhtarRadar, desenvolvido com base em pesquisas da Força Aérea dos Estados Unidos. Os pesquisadores afirmam que a tecnologia permitiu alcançar profundidades inéditas no local, trazendo à tona a presença de múltiplas divisões estruturais sob a superfície.

Apesar dos achados promissores, Andrew Jones, fundador da organização Noah’s Ark Scans e integrante do grupo de pesquisa, ponderou que o processamento atual das leituras ainda não permite distinguir com clareza o limite exato entre a formação em estudo e a rocha matriz localizada no subsolo.

Leia+  Prepare-se, porque você verá a Minha mão transformando aquilo que ninguém acreditava que pudesse mudar

Próximos passos e plano de perfuração

Os especialistas continuam a analisar o volume de dados coletados para planejar uma etapa de perfuração estratégica no terreno. Segundo o Dr. Bakhtar, a avaliação criteriosa do subsolo definirá o padrão de perfuração necessário para identificar a real composição da estrutura. O objetivo é utilizar a tecnologia para diferenciar possíveis vestígios de madeira petrificada e trabalhada por ação humana das características minerais da formação natural. Um relatório técnico preliminar deve ser apresentado nas próximas semanas, detalhando as anomalias mais relevantes e mapeando os pontos prioritários para a coleta de amostras.

Conhecida como formação de Durupinar, a estrutura foi revelada na metade do século XX, quando fortes chuvas e tremores de terra em maio de 1948 removeram a camada superficial de lama, permitindo que um pastor curdo a avistasse pela primeira vez. Desde a descoberta, o local divide opiniões: enquanto a comunidade científica majoritária sustenta que a área é apenas uma formação geológica natural, os integrantes da Noah’s Ark Scans defendem que os indícios apontam para uma estrutura atípica.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

www.clmbrasil.com.br