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“Esperem a destruição”: Irã publica lista negra de 18 empresas dos EUA e ordena evacuação total de instalações

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A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) elevou drasticamente o tom das tensões geopolíticas ao anunciar, nesta terça-feira, uma nova diretriz de retaliação militar. O grupo declarou que passará a realizar ataques diretos contra grandes corporações norte-americanas sempre que cidadãos iranianos forem alvo de assassinatos. A medida marca uma mudança na estratégia de defesa de Teerã, que agora coloca o setor privado tecnológico no centro do conflito.

Acusações de colaboração em Operações de Inteligência

As Forças Armadas do Irã justificam a decisão acusando empresas de inteligência artificial e tecnologia da informação de atuarem como braços operacionais do governo dos Estados Unidos. Segundo o comunicado oficial, essas instituições são consideradas o “elemento principal no planejamento e rastreamento de alvos”, fornecendo a infraestrutura necessária para a execução de assassinatos seletivos contra iranianos.

O comunicado da IRGC é enfático ao classificar as principais instituições tecnológicas envolvidas nessas operações como “alvos legítimos” a partir de agora. Em um tom de urgência, a Guarda Revolucionária emitiu um conselho direto aos funcionários dessas corporações, sugerindo que abandonem seus postos de trabalho imediatamente para garantirem sua segurança pessoal diante da iminência de possíveis ofensivas.

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Corporações listadas pelo governo iraniano

A lista de alvos divulgada por Teerã abrange os pilares da economia digital e industrial do Ocidente. Entre as empresas citadas como cúmplices em atividades antiterroristas estão gigantes do software e hardware como Microsoft, Apple, Google, Intel, IBM e Dell. O setor de infraestrutura e dados também é mencionado através de nomes como Cisco, Oracle, Palantir e Nvidia, além de conglomerados de outros setores, incluindo Tesla, Boeing, GE e a instituição financeira JP Morgan. As empresas de segurança e inteligência regional, como Spire Solutions e G42, também foram incluídas no rol de ameaças da IRGC.

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