Caças militares dos EUA entram em ação após aviões violarem espaço aéreo em clube de Donald Trump; vídeo

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Três aeronaves da aviação geral violaram áreas de restrição temporária de voo no espaço aéreo de Bedminster, em Nova Jersey, durante a permanência do ex-presidente Donald Trump no local. As ocorrências foram registradas no último domingo, enquanto o político acompanhava o encerramento de um torneio da LIV Golf realizado em seu clube privado ao longo do fim de semana.

Diante das invasões, o Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (NORAD) mobilizou caças F-16 para interceptar dois dos aviões e escoltá-los em segurança para fora do perímetro proibido. Um das manobras de aproximação do caça militar a uma pequena aeronave modelo Cessna foi registrada em vídeo na região de Jefferson Township.

Um terceiro avião acionou os alertas de segurança exatamente no momento em que a comitiva se preparava para deixar a área, por volta das 17h no horário local. O incidente atrasou a partida de Trump em cerca de 13 minutos, período em que agentes do Serviço Secreto, policiais e equipes de resgate se posicionaram preventivamente perto da pista. No entanto, o piloto desta terceira aeronave restabeleceu a comunicação via rádio e corrigiu a rota antes da intervenção direta dos caças.

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Protocolos de defesa e orientações aos pilotos

As restrições de voo já haviam sido previamente informadas pela Administração Federal de Aviação (FAA), acompanhadas pelo envio de recursos de defesa terrestre e aéreos do Exército dos EUA operados sob a jurisdição do NORAD. O comando relembrou que a utilização combinada de radares, satélites e aeronaves faz parte da rotina de proteção do espaço aéreo em eventos de grande porte ou deslocamentos de autoridades.

As autoridades reforçaram o alerta para que pilotos da aviação geral consultem os Avisos aos Aeronavegantes (NOTAMs) antes de decolar. Caso ocorra uma interceptação militar, o procedimento padrão exige que o piloto ajuste imediatamente o rádio para as frequências de emergência 121,5 ou 243,0 e faça o retorno até receber instruções dos caças.

Foto: Ricardo Stuckert/PR e Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

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