A sabedoria que vem do alto: sua bússola para tempos incertos
“Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida.” (Tiago 1:5)
Enquanto vivermos neste mundo caído, sempre haverá algum tipo de problema, mas a chave para um bom relacionamento é confiar em Deus e buscar sabedoria Dele, não podemos confiar em nós mesmos, mas somente Nele. Somente Ele fornece a sabedoria certa para nos livrar de problemas.
Os relacionamentos podem ser uma das áreas mais vitais e gratificantes de nossas vidas, mas muitas vezes nos encontramos em desacordo devido às nossas diferenças. Precisamos entender que não precisamos concordar em todas as questões para desfrutarmos de relações significativas uns com os outros.
Por exemplo, conversas sobre diferentes perspectivas podem ser muito esclarecedoras e até mesmo energizam-te. Mas é fácil reagir de maneira egocêntrica, temperamental, crítica ou facilmente ofendida quando há um desentendimento.
Muitas vezes defendemos os nossos pontos de vista em vez de ouvir e tentar compreender a maneira de pensar dos outros.
Se permitirmos que a raiva ou o ressentimento se insinuem, corremos o risco de destruir um relacionamento para ganhar uma discussão. Quando agimos assim, deixamos nossa carne nos controlar em vez de andarmos no Espírito, e o relacionamento sofre.
O Senhor nos dá uma natureza nova e justa no momento da salvação, mas ainda vivemos em corpos humanos caídos e, portanto, sempre teremos uma batalha interna com a carne. Consequentemente, ao observarmos a maneira como respondemos aos outros, o que é mais aparente, o fruto do Espírito ou as obras da carne? O contraste entre os dois é visto em Gálatas 5:19-23.
As obras da carne incluem hostilidades, conflitos, ciúmes, explosões de raiva, ambição egoísta, dissensões e facções; ao passo que “o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.”
Muito tem sido escrito e dito sobre como ter bons relacionamentos, mas até que lidemos com as questões em nossos corações, os problemas profundos permanecerão.
Então, o que Deus diz que é necessário para vivermos em paz uns com os outros?
Romanos 14:19 nos diz para “buscarmos as coisas que contribuem para a paz e a edificação mútua.” Paulo esclarece como fazer isso em Efésios 4:1-3, “vivam de maneira digna das pessoas que foram chamadas por Deus. Sejam sempre humildes, gentis, pacientes, e tolerem uns aos outros com amor. Já que vocês estão unidos pela paz, façam tudo para preservar essa união que o Espírito lhes dá.”
Primeiro, para desenvolver e manter ótimos relacionamentos precisamos de um coração puro. Jesus disse: “Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus” (Mateus 5:8). Isto descreve a nossa posição em Cristo, mas também é algo que podemos buscar de forma prática, lidando rapidamente com o pecado e vivendo diariamente de uma forma que honre o Senhor. Nossos relacionamentos não podem ser corretos se abrigamos o pecado em nossos corações e vivemos em rebelião.
Segundo, um espírito de amor deve estar ativo e evidente em nossa vida. “Uma vez que vocês foram purificados de seus pecados quando obedeceram à verdade, tenham como alvo agora o amor fraternal sem fingimento. Amem uns aos outros sinceramente, de todo o coração.” (1 Pedro 1:22). Isto é fácil quando as pessoas são amáveis, mas Jesus nos diz para amarmos também aqueles que nos maltratam (Lucas 6:27-28). Isso só é possível quando o Espírito Santo nos permite olhar além destas ações prejudiciais para ver a sua dor e a necessidade do Salvador. Então o amor de Deus pode fluir através de nós.
Terceiro, precisamos de paciência, que é uma das graças cristãs mencionadas em Colossenses 3:12: “Como aqueles que foram escolhidos por Deus, santos e amados, revistam-se de um coração de compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência.” Os conflitos, e mal-entendidos que acompanham relacionamentos tensos podem não mudar, mas a nossa atitude pode ser transformada à medida que estas virtudes se enraízam na nossa vida.
Quarto, devemos ter um espírito perdoador. “Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo” (Efésios 4:32). A raiva, a amargura, o ressentimento e rancores destroem relacionamentos. O perdão nos liberta desses pecados para que não desejemos mais vingança.
Talvez não consigamos restaurar todos os relacionamentos tensos, mas “façam todo o possível para viver em paz com todos” (Romanos 12:18).
Deus sabe que há algumas pessoas que se recusarão a se reconciliar, não importa o que façamos. Mas ao perdoá-los, teremos a paz de Deus em nosso coração.
Portanto, “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus” (Mateus 5:9).
“Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida.” (Tiago 1:5)
Enquanto vivermos neste mundo caído, sempre haverá algum tipo de problema, mas a chave para um bom relacionamento é confiar em Deus e buscar sabedoria Dele. Não podemos confiar em nós mesmos, mas somente Nele. Somente Ele fornece a sabedoria certa para nos livrar de problemas.
Os relacionamentos podem ser uma das áreas mais vitais e gratificantes de nossas vidas, mas muitas vezes nos encontramos em desacordo devido às nossas diferenças. Precisamos entender que não precisamos concordar em todas as questões para desfrutarmos de relações significativas uns com os outros.
Por exemplo, conversas sobre diferentes perspectivas podem ser muito esclarecedoras e até mesmo energizantes. Mas é fácil reagir de maneira egocêntrica, temperamental, crítica ou facilmente ofendida quando há um desentendimento. Muitas vezes, defendemos os nossos pontos de vista em vez de ouvir e tentar compreender a maneira de pensar dos outros.
Se permitirmos que a raiva ou o ressentimento se insinuem, corremos o risco de destruir um relacionamento para ganhar uma discussão. Quando agimos assim, deixamos nossa carne nos controlar em vez de andarmos no Espírito, e o relacionamento sofre.
O Senhor nos dá uma natureza nova e justa no momento da salvação, mas ainda vivemos em corpos humanos caídos e, portanto, sempre teremos uma batalha interna com a carne. Consequentemente, ao observarmos a maneira como respondemos aos outros, o que é mais aparente: o fruto do Espírito ou as obras da carne? O contraste entre os dois é visto em Gálatas 5:19-23. As obras da carne incluem hostilidades, conflitos, ciúmes, explosões de raiva, ambição egoísta, dissensões e facções; ao passo que “o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.”
Muito tem sido escrito e dito sobre como ter bons relacionamentos, mas até que lidemos com as questões em nossos corações, os problemas profundos permanecerão. Então, o que Deus diz que é necessário para vivermos em paz uns com os outros?
Romanos 14:19 nos diz para “buscarmos as coisas que contribuem para a paz e a edificação mútua.” Paulo esclarece como fazer isso em Efésios 4:1-3: “Vivam de maneira digna das pessoas que foram chamadas por Deus. Sejam sempre humildes, gentis, pacientes, e tolerem uns aos outros com amor. Já que vocês estão unidos pela paz, façam tudo para preservar essa união que o Espírito lhes dá.”
Primeiro, para desenvolver e manter ótimos relacionamentos, precisamos de um coração puro. Jesus disse: “Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus” (Mateus 5:8). Isto descreve a nossa posição em Cristo, mas também é algo que podemos buscar de forma prática, lidando rapidamente com o pecado e vivendo diariamente de uma forma que honre o Senhor. Nossos relacionamentos não podem ser corretos se abrigamos o pecado em nossos corações e vivemos em rebelião.
Segundo, um espírito de amor deve estar ativo e evidente em nossa vida. “Uma vez que vocês foram purificados de seus pecados quando obedeceram à verdade, tenham como alvo agora o amor fraternal sem fingimento. Amem uns aos outros sinceramente, de todo o coração” (1 Pedro 1:22). Isto é fácil quando as pessoas são amáveis, mas Jesus nos diz para amarmos também aqueles que nos maltratam (Lucas 6:27-28). Isso só é possível quando o Espírito Santo nos permite olhar além dessas ações prejudiciais para ver a dor deles e a necessidade do Salvador. Então, o amor de Deus pode fluir através de nós.
Terceiro, precisamos de paciência, que é uma das graças cristãs mencionadas em Colossenses 3:12: “Como aqueles que foram escolhidos por Deus, santos e amados, revistam-se de um coração de compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência.” Os conflitos e mal-entendidos que acompanham relacionamentos tensos podem não mudar, mas a nossa atitude pode ser transformada à medida que estas virtudes se enraízam na nossa vida.
Quarto, devemos ter um espírito perdoador. “Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo” (Efésios 4:32). A raiva, a amargura, o ressentimento e os rancores destroem relacionamentos. O perdão nos liberta desses pecados para que não desejemos mais vingança.
Talvez não consigamos restaurar todos os relacionamentos tensos, mas “façam todo o possível para viver em paz com todos” (Romanos 12:18). Deus sabe que há algumas pessoas que se recusarão a se reconciliar, não importa o que façamos. Mas, ao perdoá-las, teremos a paz de Deus em nosso coração. Portanto, “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus” (Mateus 5:9).