Zelensky cobra apoio ocidental e alerta que Rússia planeja enviar 300 mil soldados à Ucrânia

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Segundo o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, a Rússia planeja convocar mais 300 mil reservistas ainda este ano para consolidar o domínio territorial no leste da Ucrânia. O líder ucraniano destacou que, apesar de baixas estimadas em 267 mil militares desde janeiro — incluindo cerca de 155 mil mortos —, o Kremlin projeta manter o controle de áreas equivalentes às do início do conflito. As autoridades de Kiev apontam que uma nova onda de recrutamento deve ocorrer em breve, mirando especialmente regiões fora dos grandes centros urbanos.

Demanda por defesa aérea e parcerias internacionais

A infraestrutura e as áreas urbanas ucranianas continuam sofrendo o impacto de ataques com mísseis balísticos, cuja interceptação depende exclusivamente de baterias do sistema Patriot. Zelensky apontou uma redução no volume de mísseis fornecidos por aliados ocidentais em comparação ao ano anterior. Diante desse cenário, Kiev busca acordos de licenciamento para fabricar o próprio armamento defensivo e propõe arcar com os custos de uma pequena porcentagem dos estoques americanos e europeus para mitigar as perdas humanas e materiais.

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Monitoramento tecnológico e perspectivas de diálogo

No âmbito tecnológico e militar, a Ucrânia intensifica o monitoramento de bases de lançamento russas e expande o uso de drones e mísseis de cruzeiro de fabricação própria. Paralelamente, o governo ucraniano discute com aliados o uso estratégico de imagens de satélite e negocia formatos diplomáticos junto a intermediários internacionais. As conversas buscam viabilizar termos aceitáveis para o encerramento das hostilidades, tendo como horizonte o período que antecede o próximo ciclo eleitoral nos Estados Unidos.

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