Senador dos EUA adverte líderes do Irã: “Trump matará todos do regime” se repressão continuar
O senador republicano Lindsey Graham enviou um alerta severo às autoridades iranianas durante uma entrevista concedida nesta terça-feira. Graham advertiu que haverá consequências fatais caso as forças de segurança de Teerã continuem a reprimir violentamente os cidadãos que participam de manifestações contra o governo.
Em sua participação no programa “Hannity”, da Fox News, o parlamentar foi enfático ao afirmar que os líderes religiosos iranianos precisam compreender que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não hesitará em agir caso o regime persista em punir o povo por buscar melhores condições de vida.
Perspectiva de mudança no regime
Para o senador, o Irã está no limiar de uma transformação profunda. Graham descreveu a possível queda do que chamou de “regime nazista” como a mudança mais significativa na história moderna do Oriente Médio.
Durante a conversa, ele fez questão de traçar um contraste entre a atual gestão da Casa Branca e o governo anterior, assegurando que o presidente Trump, diferentemente de Barack Obama, não ignorará o clamor popular pelo fim da opressão no país asiático.
O clima de tensão política foi acompanhado por um momento de descontração quando o apresentador Sean Hannity questionou Graham sobre um boné personalizado com o slogan “Make Iran Great Again”. O senador confirmou ter presenteado Trump com o acessório, com o qual ambos foram vistos posando no Air Force One recentemente.
Apesar do tom anedótico do episódio, Graham encerrou reforçando a seriedade de suas declarações, reiterando que os membros do governo iraniano e seus agentes de segurança correm risco de vida se continuarem a desafiar a administração norte-americana.
Contexto internacional e possíveis intervenções
Enquanto a retórica de Graham eleva o tom em Washington, os desdobramentos diplomáticos ganham novas camadas. De acordo com informações do Jerusalem Post, o governo dos Estados Unidos já avalia formas de intervenção para apoiar os manifestantes iranianos.
Paralelamente, em Israel, autoridades analisam se episódios recentes de instabilidade em outros países, como na Venezuela, poderiam servir de parâmetro ou precedente para ações voltadas ao governo de Teerã.


