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Irã promete vingança iminente contra EUA e Israel após morte de Ali Khamenei

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O Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã subiu o tom em relação às promessas de retaliação pela morte do Líder Supremo Ali Khamenei e de outros oficiais do país. Em declaração oficial divulgada pela agência estatal IRNA, o secretário do órgão, Mohammad Bager Zolqadr, afirmou categoricamente que a agenda de vingança de Teerã contra os responsáveis permanece ativa e inegociável. Segundo a liderança de segurança, a punição para os envolvidos na ação militar que vitimou a cúpula iraniana é uma certeza de Estado.

Dentro da retórica de defesa do Irã, a postura final do falecido líder foi elevada ao status de diretriz estratégica. Zolqadr enfatizou que o “punho cerrado” de Khamenei no momento de sua morte tornou-se um símbolo perene da doutrina de segurança nacional do país. Esse alinhamento discursivo sinaliza que Teerã pretende transformar o luto em um motor de coesão interna e de dissuasão externa, projetando uma imagem de resistência inabalável diante de seus adversários históricos.

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A iminência da resposta e o cenário político

A liderança de segurança nacional assegurou que as punições contra os mandantes e executores dos ataques serão desferidas por “elementos justos” em um momento oportuno, sugerindo que o contra-ataque não tardará a acontecer. O clima de tensão coincide com os preparativos para as cerimônias fúnebres de Ali Khamenei, agendadas para o início de julho. O líder foi morto no final de fevereiro, em decorrência de uma operação militar classificada por Teerã como uma agressão conjunta entre Israel e os Estados Unidos, o que coloca a geopolítica do Oriente Médio em um estado de alerta máximo.

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