Venezuela decide libertar grupo de prisioneiros políticos e estrangeiros
Em um movimento inesperado nesta quinta-feira (8), o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, confirmou que o governo dará início à soltura de um grupo de prisioneiros políticos.
A medida abrange tanto cidadãos venezuelanos quanto detidos de outras nacionalidades, sinalizando uma tentativa de distensão política no país.
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Durante o pronunciamento oficial à imprensa local, Rodríguez optou por manter o sigilo sobre os detalhes logísticos da operação. Até o momento, não foram divulgados os nomes, a quantidade exata de beneficiados ou os países de origem dos estrangeiros que serão colocados em liberdade.
Foco na “unidade nacional” e convivência pacífica
De acordo com o porta-voz do Legislativo, a iniciativa é tratada pela gestão de Nicolás Maduro como um “gesto unilateral” que visa arrefecer as tensões internas.
Rodríguez enfatizou que a decisão busca consolidar a paz na República e promover a convivência entre diferentes setores da sociedade, ignorando divergências políticas, religiosas ou socioeconômicas.
O parlamentar destacou ainda que as libertações já estão em curso e fazem parte de um esforço conjunto entre o governo bolivariano e as demais instituições do Estado. Segundo ele, o objetivo central é garantir que o país siga uma trajetória de estabilidade e prosperidade, reforçando o compromisso com a unidade nacional através deste gesto de clemência.


