Terremotos no Norte da Itália espalham pânico e forçam abandono de residências
A região de Forlì, no norte da Itália, foi palco de momentos de tensão na manhã desta terça-feira, 13 de janeiro. Um terremoto de magnitude 4,6, registrado por volta das 9h30 (horário local), assustou moradores e forçou centenas de pessoas a abandonarem edifícios em busca de segurança nas ruas.
Segundo o Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia (INGV), o epicentro foi localizado na província de Forlì-Cesena, sendo seguido poucos minutos depois por um abalo secundário de 4,1 na região vizinha de Ravenna.
Impacto no cotidiano e infraestrutura
Apesar de terem durado apenas alguns segundos, os tremores foram intensos o suficiente para balançar residências e causar reflexos imediatos nos serviços públicos. Por medida de segurança, as autoridades locais determinaram a suspensão temporária da circulação de trens na região da Romanha para a realização de vistorias técnicas na malha ferroviária.
Além disso, escolas e escritórios foram preventivamente evacuados, gerando aglomeração de cidadãos em espaços abertos até que a estabilidade fosse confirmada.
Resiliência das construções e ausência de vítimas
Até o momento, os serviços de emergência não registraram feridos ou danos estruturais significativos. Especialistas do INGV esclareceram que a região possui um histórico sísmico que torna eventos dessa magnitude previsíveis, o que justifica o fato de as construções locais estarem preparadas para suportar tais impactos. A infraestrutura urbana demonstrou resiliência, evitando o que poderia ter sido um cenário de desastre.
Orientações das autoridades locais
Em Russi, no município de Ravenna, a prefeita Valentina Palli utilizou as redes sociais para tranquilizar a população e confirmar que os protocolos de segurança foram seguidos rigorosamente.
Palli destacou que, embora a cidade estivesse próxima ao epicentro, a evacuação ocorreu de maneira ordenada e sem incidentes graves. A prefeita reforçou a importância de manter a serenidade enquanto as equipes de monitoramento continuam avaliando a evolução da situação geológica na área.


