Polônia vive dias de guerra iminente com ameaça russa à porta

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O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, emitiu um alerta severo na quarta-feira, afirmando que a Polônia vive atualmente “tempos pré-guerra”. Ao apresentar seu novo governo, formado após a vitória da oposição nas eleições presidenciais de maio, Tusk enfatizou a profunda turbulência política e as “ameaças estrangeiras” que a nação enfrenta.

Tusk destacou a natureza sem precedentes dos eventos atuais, descrevendo-os como “inacreditáveis, inesperados, um ‘cisne negro'”. Ele acrescentou que agora é difícil encontrar “cisnes brancos” ao descrever a realidade política. Ele enfatizou: “Hoje não vivemos no pós-guerra, mas, em certo sentido, no pré-guerra”, observando que “emoções, medos e frustrações públicas” estão impactando todos os países europeus.

O primeiro-ministro polonês identificou especificamente a Rússia e sua aliada próxima, a Bielorrússia, como a “face externa” dos perigos que a Polônia enfrenta. Ao mesmo tempo, condenou os políticos nacionais que “querem desestabilizar o Estado polonês”. Tusk afirmou que aqueles que apoiam a Rússia, desejam o mal à Ucrânia, nutrem sentimentos anti-UE e buscam isolar a Polônia de seus inimigos, bem como da Europa e do mundo ocidental, não devem ser subestimados.

Em resposta a esses desafios, Tusk declarou que seu novo governo priorizará a “proteção eficaz das fronteiras”, a “eliminação implacável da sabotagem interna” e a implementação de medidas para manter a ordem e a segurança na Polônia.

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