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PGR se manifesta a favor de mais policiamento na residência de Jair Bolsonaro

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Em um desdobramento do caso que investiga a tentativa de golpe de Estado, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu nesta segunda-feira (25) o reforço no monitoramento do ex-presidente Jair Bolsonaro. Atualmente em prisão domiciliar e sob uso de tornozeleira eletrônica, Bolsonaro é um dos réus no inquérito.

O Ministério Público Federal (MPF) sugere que o Supremo Tribunal Federal (STF) oficialize a recomendação para que a Polícia Federal (PF) mantenha equipes de plantão. O objetivo é assegurar o monitoramento contínuo, em tempo real, das medidas cautelares impostas a Bolsonaro.

Gonet ressaltou, no entanto, que o monitoramento deve ser feito de forma cuidadosa, sem invadir a privacidade do ex-presidente ou afetar seus vizinhos.

Paralelamente, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, enviou um ofício ao STF alertando sobre um suposto plano de fuga de Bolsonaro, conforme denúncia do líder do PT, Lindbergh Farias. A denúncia aponta a possibilidade de Bolsonaro buscar asilo político na Embaixada dos Estados Unidos, que fica a poucos minutos de sua residência em Brasília.

Rodrigues informou que a denúncia foi encaminhada à Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal para as devidas providências.

O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, deu um prazo de cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se posicione sobre a denúncia. A decisão sobre os próximos passos do processo dependerá da resposta da PGR.

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