Maduro preso: Trump exibe foto de ditador venezuelano algemado no Caribe e revela bastidores da operação

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Em um desdobramento drástico na geopolítica das Américas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a captura de Nicolás Maduro durante uma operação realizada na última madrugada em Caracas. Através de suas redes sociais, Trump divulgou uma imagem do líder venezuelano a bordo do navio de guerra USS Iwo Jima, aparecendo vendado, com trajes informais e sob custódia.

Segundo o republicano, Maduro e sua esposa já estão em trânsito para Nova York, transportados por uma embarcação da Marinha norte-americana que integra a frota posicionada no Caribe desde o final de 2025.

Decisões sobre o futuro político da Venezuela

Apesar da prisão, o destino do governo venezuelano permanece incerto. Em entrevista à Fox News neste sábado, Trump evitou confirmar se a líder opositora María Corina Machado será empossada como sucessora imediata, limitando-se a dizer que ainda está “decidindo sobre o futuro” do país vizinho e mencionando que nomes como o da vice-presidente Delcy Rodríguez também estão no radar de análise. A declaração reforça o papel central que Washington pretende exercer na transição política da nação sul-americana após a intervenção militar.

Trump publica imagem de Nicolás Maduro sob custódia americana — Foto: Divulgação / Redes Sociais
Petróleo e interesses geopolíticos

A economia venezuelana, pilar da estabilidade regional, também esteve em pauta. Trump assegurou que os Estados Unidos passarão a ter um envolvimento direto e “forte” com a indústria petrolífera local. Embora não tenha detalhado os termos dessa intervenção, o presidente americano fez um aceno diplomático a Pequim, afirmando que a China continuará recebendo o fornecimento de petróleo venezuelano, sinalizando uma tentativa de evitar maiores atritos com a potência asiática durante o período de reestruturação.

Bastidores da operação militar

Donald Trump revelou detalhes sobre a execução da captura, que descreveu como uma experiência “semelhante a um programa de TV”. Ele afirmou ter acompanhado a missão em tempo real por meio de transmissões ao vivo feitas pelos agentes em solo venezuelano. A operação, que estava prevista para ocorrer quatro dias antes, precisou ser adiada devido a condições climáticas adversas. O presidente também relatou que houve uma tentativa de contato por parte de Maduro na última semana para negociar uma saída pacífica, proposta que foi rejeitada pela Casa Branca em favor da ação direta.

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