Israel entra em prontidão de guerra diante de iminente ataque dos EUA contra o Irã
O governo de Israel elevou seu estado de prontidão para o nível máximo diante da possibilidade de uma ofensiva militar iminente dos Estados Unidos contra o Irã. De acordo com informações divulgadas pelo canal israelense N12, a movimentação ocorre após o fracasso das recentes negociações nucleares, nas quais Teerã teria ignorado as exigências estabelecidas por Washington. O cenário sugere que o tempo para a diplomacia se esgotou, abrindo espaço para uma solução de força por parte da Casa Branca.
Preparativos para o conflito
Internamente, o Comando da Defesa Civil de Israel já recebeu diretrizes específicas para preparar a população civil para um cenário de guerra. Diversas agências de inteligência e segurança nacional acompanham a situação em tempo real. Embora a iniciativa inicial parta dos EUA, a expectativa é que Israel não se limite ao papel de observador.
A cooperação estratégica entre os dois aliados é considerada altíssima, e a entrada de Israel na campanha militar é vista como um desdobramento natural, ainda que não ocorra necessariamente no primeiro minuto da ofensiva.
Riscos de retaliação e escala da campanha
Cúpulas políticas e militares em Israel trabalham com uma estimativa de risco elevada: caso o território iraniano seja atingido por forças americanas, a resposta de Teerã contra o Estado judeu é considerada quase certa. A ameaça principal envolve o disparo de mísseis de longo alcance contra cidades israelenses.
Autoridades de segurança reforçam que este não seria um evento isolado ou um “ataque cirúrgico” rápido, mas sim uma campanha militar de larga escala que poderia se estender por várias semanas, marcando um ponto de ruptura definitivo na geopolítica da região.


