EUA capturam ditador Nicolás Maduro e sua esposa em operação militar sem precedentes, afirma Trump; vídeos
O cenário político global sofreu um abalo sísmico na madrugada deste sábado, quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que forças americanas realizaram uma incursão militar bem-sucedida em solo venezuelano.
Segundo o republicano, o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e retirados da Venezuela durante um ataque coordenado que atingiu a capital e regiões vizinhas. Trump classificou a incursão como uma “operação brilhante” e elogiou o planejamento estratégico das tropas de elite envolvidas.
Detalhes da ofensiva e resposta Jurídica
A operação, descrita por Trump como um “ataque em larga escala”, teria contado com a participação da Força Delta, a unidade de elite do exército americano. Relatos indicam que o casal presidencial será levado aos Estados Unidos para enfrentar julgamento em Nova York, com base em uma acusação formal de narcoterrorismo datada de 2020.
A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, reforçou a intenção de aplicar o rigor da lei americana, afirmando que a dupla enfrentará a “fúria da justiça” em tribunais federais. No entanto, o embasamento legal para a captura de um chefe de Estado soberano permanece incerto, assim como o nível de consulta prévia ao Congresso americano.
Caos e resistência em solo venezuelano
Enquanto explosões eram ouvidas em pontos estratégicos de Caracas, como a base aérea de La Carlota e o complexo de Fuerte Tiuna, o governo venezuelano tentava organizar uma resposta. A vice-presidente Delcy Rodríguez confirmou a incerteza sobre o paradeiro de Maduro e exigiu “provas de vida” do casal, acusando Washington de promover um massacre contra civis inocentes.
Em meio ao vácuo de poder momentâneo, o ministro do Interior, Diosdado Cabello, apareceu em rede nacional de capacete e colete à prova de balas para assegurar que as forças policiais e o povo estão prontos para resistir à “agressão covarde”.
Impacto nas instituições e patrimônio histórico
O bombardeio americano não poupou locais de alto valor simbólico e institucional. Relatos indicam que projéteis atingiram o prédio da Assembleia Nacional e o Quartel de la Montaña, local que abriga o mausoléu de Hugo Chávez, figura central do movimento chavista.
O ministro da Defesa, General Vladimir Padrino López, denunciou a invasão como uma profanação da terra venezuelana e um ato criminoso de mudança de regime. Segundo ele, o exército está trabalhando para contabilizar o número de vítimas civis resultantes dos ataques de helicóptero em áreas densamente povoadas.
Reação internacional e crise humanitária
A comunidade internacional reagiu com choque e alarme diante do sequestro de um líder estrangeiro. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, condenou a ofensiva e solicitou uma reunião de emergência no Conselho de Segurança da ONU, alertando para um possível fluxo migratório massivo de refugiados.
Na mesma linha, o relator especial da ONU, Ben Saul, pediu uma investigação sobre a conduta de Trump, classificando a ação como uma agressão ilegal e uma violação direta do direito internacional. Cuba, principal aliada regional de Maduro, definiu o episódio como “terrorismo de Estado”.
Escalada de pressão e recursos estratégicos
A operação de captura é o ápice de uma campanha de pressão de cinco meses exercida pela Casa Branca, que incluiu sanções econômicas severas e um aumento da presença naval no Caribe. Para o governo venezuelano, o verdadeiro objetivo da invasão é o controle das vastas reservas de petróleo e minerais do país. Enquanto isso, moradores de Caracas relatam cenas de pânico e destruição.
Testemunhas descreveram o tremor do solo durante as explosões da madrugada, enquanto grupos de apoiadores de Maduro se concentram nas ruas, divididos entre o choro e a promessa de formar um “muro de resistência” contra as forças estrangeiras.


