Eclipse anular raro ilumina a imensidão da Antártida e impressiona cientistas no Polo Sul
A Antártida foi palco, nesta terça-feira, de um raro eclipse solar anular que transformou o cenário gelado do continente. Durante o auge do fenômeno, a Lua se posicionou de forma a ocultar aproximadamente 96% da superfície do Sol.
O resultado foi a formação do clássico “anel de fogo”, uma moldura luminosa que circundou o disco lunar e encantou os observadores da região.

Diferente de outros eventos astronômicos visíveis em grandes centros urbanos, a magnitude total deste eclipse foi um privilégio para poucos. A visão completa do anel de luz durou pouco mais de dois minutos, embora o processo de trânsito lunar tenha se estendido por cerca de quatro horas e meia.

Devido à trajetória do fenômeno, a observação plena ficou restrita às áreas mais isoladas do globo, especificamente nas estações científicas operadas por pesquisadores nas proximidades do Polo Sul.


