Atirador que planejou morte de Trump é condenado à prisão perpétua nos EUA

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A Justiça dos Estados Unidos sentenciou à prisão perpétua o homem que tentou assassinar o ex-presidente Donald Trump em 2024. Ryan Wesley Routh já havia sido considerado culpado em setembro passado após um julgamento marcado por momentos de tensão.

A decisão, detalhada pelo jornal The New York Post, encerra um dos episódios mais graves de violência política da última campanha presidencial americana.

Acusações e detalhes do atentado frustrado

O condenado enfrentou uma série de acusações federais graves, que incluíram tentativa de homicídio contra um candidato à presidência, agressão a agente federal e posse ilegal de armamento. O crime foi impedido pela ação rápida do Serviço Secreto, que localizou Routh estrategicamente posicionado em um “ninho de atirador” nos arredores do campo de golfe de Trump, em West Palm Beach. No local, os agentes encontraram um fuzil com o número de série raspado, pronto para ser utilizado.

Defesa polêmica e tumulto no tribunal

Durante o processo judicial, Routh optou por realizar a própria defesa, apresentando um argumento controverso: ele alegou inocência sob a justificativa de que não chegou a efetuar nenhum disparo contra o ex-presidente. A tese, no entanto, foi rejeitada pelos magistrados diante das provas de planejamento e emboscada. O anúncio do veredicto foi acompanhado de cenas dramáticas: a filha mais velha do réu deixou o tribunal em protesto, enquanto o próprio Routh tentou tirar a própria vida utilizando uma caneta logo após ouvir a sentença.

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