Sem esforço: Holanda liquida a Tunísia em sete minutos e evita o Brasil na Copa

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A Holanda confirmou o favoritismo absoluto e avançou na Copa do Mundo sem precisar fazer força. Diante da pior seleção do torneio, a Laranja Mecânica precisava apenas de uma vitória para fugir do confronto precoce contra o Brasil na primeira fase eliminatória, e cumpriu a missão com extrema facilidade. Em apenas sete minutos de jogo, os comandados de Ronald Koeman liquidaram as pretensões de uma Tunísia fragilizada, que se despede do Mundial sem deixar saudades. Com o triunfo garantido, os holandeses agora se preparam para encarar o Marrocos, naquele que promete ser um dos duelos mais equilibrados e eletrizantes da fase de 32 avos de final.

Desastre tunisiano e domínio holandês no início

O cenário em Kansas foi desolador para os torcedores africanos desde o apito inicial. A Tunísia, que já havia trocado de treinador após uma goleada sofrida na estreia, entrou em campo apática e incapaz de competir em alto nível. O plano de ao menos evitar a lanterna geral da competição ruiu em menos de três minutos, quando um cruzamento venenoso do lateral Dumfries — novamente o grande destaque da equipe, para a alegria de José Mourinho — foi empurrado contra a própria rede pelo volante Skhiri. A pane defensiva piorou pouco depois: aos sete minutos, o atacante Brobbey se aproveitou de uma falha grotesca da retaguarda adversária para ampliar o placar, deixando o goleiro Aymen completamente entregue.

Ritmo cadenciado e a resposta sob a chuva

Após o início avassalador, a intensidade do confronto diminuiu. A Holanda seguiu controlando as ações e só não construiu uma goleada histórica ainda na primeira etapa devido ao desperdício de chances por parte de seus meio-campistas. Do outro lado, a Tunísia manteve a estratégia de se fechar na defesa e apostar em transições longas, mas todas as tentativas paravam na sólida liderança de Van Dijk, que atuava com total tranquilidade. No segundo tempo, sob forte chuva no Missouri, a monotonia foi quebrada quando Mastouri acertou uma bela cabeçada para diminuir o placar, aproveitando a desatenção de Reijnders e dando uma sobrevida momentânea aos tunisianos.

Alívio holandês e o panorama das chaves

A reação africana, contudo, não passou de um susto. Demonstrando maturidade, a seleção holandesa acordou imediatamente e sacramentou a vitória em uma jogada de bola parada. Após cruzamento preciso na primeira trave, Van Hecke desviou e contou com um toque de Ben Slimane para balançar as redes, anotando o terceiro gol e sepultando qualquer reação. Paralelamente, o desfecho do grupo desenhou um cenário conveniente para os classificados, que celebraram a distância da Seleção Brasileira nesta etapa. Em outra partida chave, a Suécia tentou buscar o resultado que mudaria o destino dos cruzamentos, mas parou em uma atuação inspirada do goleiro japonês Suzuki, garantindo que o planejamento holandês terminasse exatamente como o esperado.

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