Flávio Bolsonaro abre vantagem expressiva contra Lula e lidera corrida presidencial no RS, revela pesquisa
O cenário eleitoral para a Presidência da República começa a se desenhar no Rio Grande do Sul. Segundo um levantamento realizado pela Brasmarket e divulgado nesta sexta-feira (5), o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) desponta na liderança das intenções de voto entre os eleitores gaúchos. O parlamentar alcançou o topo da preferência no estado, consolidando uma vantagem expressiva em relação aos demais concorrentes neste início de articulações políticas.
Na segunda posição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece como o principal oponente direto. O atual mandatário concentra o apoio de uma parcela significativa do eleitorado local, mas figura com uma desvantagem considerável em relação ao líder da pesquisa, desenhando um campo de disputa polarizado no território gaúcho.
Empate técnico e movimentações partidárias
Mais abaixo na tabela, a disputa pelo terceiro lugar apresenta um cenário de estabilidade e equilíbrio. Os governadores Ronaldo Caiado, do PSD, e Romeu Zema, do Novo, aparecem colados nas intenções de voto. Eles dividem o mesmo patamar técnico com Renan Santos, representante do Missão, evidenciando uma fragmentação das forças de centro e direita no estado.
A lanterna do levantamento traz um reflexo das recentes mudanças partidárias. Aldo Rebelo, do DC, aparece com uma pontuação mínima, mas sua situação já mudou nos bastidores. O político deixou de ser o pré-candidato do Democracia Cristã, que agora direciona seus esforços e articulações para lançar o nome do ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa. Além disso, uma parcela relevante dos entrevistados flutua entre os que pretendem anular o voto, votar em branco ou que ainda se mostram indecisos.
Dados técnicos da pesquisa
O panorama foi traçado a partir de entrevistas com moradores de diversas regiões do Rio Grande do Sul no início de junho de 2026. A abordagem adotada pela Brasmarket buscou medir o sentimento geral do eleitorado de forma abrangente, sem fazer distinções ou projeções específicas entre cenários de primeiro e segundo turno.
A pesquisa quantitativa conta com uma margem de erro padrão e um alto nível de confiabilidade estatística. O estudo foi devidamente documentado e protocolado junto à Justiça Eleitoral, garantindo a conformidade com as regras vigentes para o pleito deste ano.