Aviões de guerra das IDF bombardeiam múltiplos alvos em Teerã e outras regiões do Irã

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A capital iraniana foi sacudida por fortes explosões às 14h30 (horário local) marcando o início de uma nova fase de hostilidades na região. O comando militar israelense confirmou que sua força aérea iniciou uma ofensiva coordenada contra objetivos estratégicos em três frentes distintas: Teerã, Isfahan e a região sul do Irã. Testemunhas locais relatam o som intenso de caças sobrevoando a capital, acompanhado pelo disparo incessante de baterias antiaéreas que tentam conter a incursão estrangeira.

Defesa aérea e confrontos de drones

O departamento de relações públicas da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) emitiu um comunicado afirmando que a rede nacional de defesa integrada conseguiu interceptar e destruir drones MQ-9 em dois distritos da província de Bushehr, além de abater uma aeronave não tripulada que sobrevoava Teerã. Este embate ocorre logo após uma série de ofensivas iranianas contra instalações militares dos Estados Unidos situadas em Israel e no Kuwait. Segundo a IRGC, a operação anterior, realizada com mísseis de tecnologia avançada e drones estratégicos, obteve êxito total na neutralização de alvos em bases americanas no Oriente Médio e no norte do território israelense.

Impacto político e baixas militares

A ofensiva conjunta entre Israel e Estados Unidos, iniciada na madrugada de 28 de fevereiro sob a justificativa de eliminar ameaças estratégicas, resultou em consequências severas para a estrutura de poder iraniana. Relatórios confirmam que os ataques causaram a morte do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, além de vitimar diversos oficiais de alta patente do alto comando militar. Em represália imediata, o governo de Teerã autorizou o lançamento de sucessivas ondas de mísseis balísticos direcionados a Israel e a bases operacionais dos EUA em países vizinhos, agravando ainda mais o cenário humanitário que já contabiliza mais de 1.300 mortes em solo persa.

Reação internacional e diplomacia

A agressão militar coordenada por Washington e Tel Aviv gerou uma onda de condenação global. Em um posicionamento conjunto, os ministros das Relações Exteriores da Rússia e da China, Sergey Lavrov e Wang Yi, classificaram as ações militares como inaceitáveis. Os diplomatas destacaram que o uso da força compromete gravemente as negociações que ainda estavam em curso entre Washington e Teerã, elevando o risco de um conflito de proporções imprevisíveis na escala global.

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