Trump anuncia destruição de vários navios de guerra do Irã; Teerã reivindica ataque a porta-aviões dos EUA
O cenário de tensão no Oriente Médio atingiu um novo ápice neste domingo, com o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmando uma ofensiva em larga escala contra as capacidades navais de Teerã. Segundo o republicano, as forças americanas já neutralizaram nove navios de guerra iranianos, em uma operação que visa a erradicação total da frota inimiga. Em tom enfático nas redes sociais, o mandatário afirmou que as embarcações restantes serão afundadas em breve, ironizando que o destino final da marinha iraniana será o fundo do mar.
Bombardeios estratégicos e o uso de tecnologia furtiva
Enquanto o discurso político se intensifica, o Pentágono executa uma estratégia de bombardeio de precisão contra alvos críticos. Foram mobilizados bombardeiros furtivos B-2 Spirit para atingir complexos subterrâneos fortificados, onde se localizam os silos de mísseis iranianos. As operações utilizaram bombas de alta potência, de aproximadamente 900 kg, projetadas especificamente para perfurar estruturas reforçadas. Além das bases de mísseis, o quartel-general da Marinha do Irã foi um dos alvos principais, sofrendo danos severos que comprometeram sua infraestrutura de comando.
Baixas americanas e a retaliação de Teerã
A resposta iraniana não tardou, manifestando-se por meio de uma saraivada de centenas de drones e mísseis contra posições americanas. Pela primeira vez neste conflito, o Comando Central dos EUA (CENTCOM) confirmou a morte de três militares em combate, além de outros cinco que ficaram gravemente feridos. O confronto direto marca uma transição perigosa na crise, elevando o custo humano da operação que Trump prometeu manter até que a Marinha do Irã deixe de existir como força operacional.
O impasse sobre o USS Abraham Lincoln
No mar, a guerra de informações domina o relato sobre o porta-aviões USS Abraham Lincoln. Fontes de defesa do Irã, incluindo o quartel-general Khatam al-Anbia, alegam que o navio foi atingido por quatro mísseis — de cruzeiro ou balísticos, dependendo da fonte iraniana — e que estaria se retirando estrategicamente em direção ao Oceano Índico após sofrer danos. Contudo, o CENTCOM negou veementemente qualquer impacto na embarcação, descrevendo os relatos como propaganda e assegurando que o porta-aviões permanece operacional, continuando o lançamento de aeronaves na região.