Pane elétrica no avião presidencial obriga Trump a trocar de aeronave rumo a Davos
O deslocamento do presidente Donald Trump rumo ao Fórum Econômico Mundial, na Suíça, sofreu um imprevisto na manhã desta terça-feira. Pouco após a decolagem, a aeronave oficial da presidência dos Estados Unidos apresentou uma pane, forçando a interrupção imediata do trajeto original.
De acordo com informações oficiais divulgadas pela Casa Branca, o incidente foi classificado como um problema elétrico de pequenas proporções, mas que exigiu a aplicação de protocolos de segurança rigorosos.
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Por medida de cautela, o comando da missão decidiu pelo retorno do Air Force One à Base Aérea Conjunta Andrews, localizada em Maryland. Apesar do susto e de relatos de jornalistas a bordo — que mencionaram uma breve oscilação nas luzes da cabine de imprensa logo após a partida —, a administração garantiu que não houve riscos maiores. Para evitar atrasos significativos na agenda internacional em Davos, o presidente e sua equipe técnica foram transferidos para uma aeronave reserva, dando continuidade à viagem oficial sem novos incidentes.
O desafio da modernização da frota presidencial
O episódio traz à tona o debate sobre o desgaste natural das aeronaves utilizadas no transporte do chefe de Estado americano. Os modelos atuais do Air Force One estão em operação há quase quarenta anos, e o programa de substituição desenvolvido pela Boeing enfrenta sucessivos atrasos cronológicos. Diferente das aeronaves comerciais modernas, o avião presidencial exige quatro motores e especificações militares de alto nível, incluindo sistemas de reabastecimento em pleno voo e blindagem capaz de resistir a cenários extremos, como conflitos nucleares.
Expansão e adaptação da frota aérea
Enquanto as novas unidades oficiais não entram em serviço, a frota aguarda o reforço de um Boeing 747-8 luxuoso, oferecido como presente pelo Catar no último ano. O veículo, que atraiu grande atenção diplomática na época, passa atualmente por um complexo processo de reforma e adaptação técnica. O objetivo é garantir que a aeronave atenda a todos os requisitos de segurança e comunicação necessários para que o presidente possa comandar as forças armadas mesmo em situações de crise global.


