Trump admite plano para anexação da Groenlândia, rejeita presença de Rússia e China, e fala sobre possível captura de Putin
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou publicamente que a Casa Branca avalia a possibilidade de anexar a Groenlândia. A motivação central para a medida, segundo o mandatário, é de ordem estratégica e preventiva: evitar que a ilha ártica caia sob a influência direta da Rússia ou da China.
Trump enfatizou que a defesa do território é uma prioridade americana e garantiu que não permitirá a presença de potências rivais na região.
Embora tenha ressaltado manter uma boa relação pessoal com os líderes de Moscou e Pequim, o presidente foi enfático ao afirmar que não deseja tê-los como “vizinhos” no Atlântico Norte. Trump declarou preferir uma resolução diplomática e simplificada para a questão, mas não descartou adotar medidas mais assertivas caso as negociações iniciais não avancem.
Aproveitando o tema da segurança internacional, ele instou os membros da OTAN a apoiarem sua visão, reiterando seu papel na manutenção da força da aliança transatlântica.
Relações com o Kremlin e o conflito na Ucrânia
Paralelamente às discussões territoriais, Trump abordou a complexa relação com o presidente russo, Vladimir Putin. Questionado sobre a possibilidade de uma operação militar para capturar o líder russo, o presidente americano descartou a ideia prontamente, classificando-a como desnecessária e citando o histórico de bom relacionamento entre ambos.
Sobre a guerra na Ucrânia, Trump demonstrou otimismo em relação a uma saída negociada. Em declarações recentes, ele expressou convicção de que Putin possui interesse real em um acordo de paz e afirmou que os EUA estão dispostos a participar da construção de garantias de segurança para Kiev, visando impedir novas invasões no futuro.
Foco na preservação de vidas e ausência de prazos
Apesar da confiança em uma resolução para o conflito no leste europeu, o presidente evitou estabelecer metas temporais rígidas para o fim das hostilidades. Trump justificou a ausência de um cronograma específico como uma medida de cautela necessária para priorizar a preservação de vidas humanas acima de pressões políticas por datas.
Segundo ele, o esforço do governo americano permanece contínuo, mas condicionado à viabilidade de um acordo que encerre definitivamente os combates.


