Devastação no Caribe: furacão Melissa submerge cidades e corta acesso no Sudoeste da Jamaica; mortes aumentam

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O Furacão Melissa, que atingiu a Jamaica como a tempestade mais forte desde 1851 (Categoria 5), causou 49 mortes no Caribe, com o número subindo para 30 no Haiti (além de 20 desaparecidos) e 19 na Jamaica.

A devastação é considerada “enorme” no sudoeste da Jamaica, onde cidades foram submersas e a comunicação foi severamente afetada.

Uma imagem de satélite mostra o rio Barnett ao longo de Montego Bay após a passagem do furacão Melissa na Jamaica, em 29 de outubro de 2025.Imagem de satélite © 2025 Vantor/Divulgação via REUTERS

Enquanto a capital, Kingston, reabriu seu aeroporto para receber ajuda humanitária, as equipes jamaicanas lutam para desobstruir estradas e alcançar áreas isoladas. O Reino Unido fretou voos para retirar cidadãos.

Vista aérea de Black River, Jamaica, na quinta-feira, 30 de outubro de 2025, após a passagem do furacão Melissa. (Foto AP/Matias Delacroix)

A tempestade, rebaixada para Categoria 2 (ventos de 155 km/h), seguiu seu curso e passou pela costa oeste de Bermuda, onde as autoridades agiram preventivamente.

Imagens de satélite mostram uma vila de pescadores em White House, Jamaica, e a cidade vizinha de Black River antes e depois da passagem do furacão Melissa pela costa sudoeste da ilha na terça-feira, 28 de outubro de 2025. Imagem de satélite © 2025 Vantor/Divulgação via REUTERS 

Países como Cuba e Bahamas evitaram mortes ao realizar grandes operações de evacuação, removendo 735 mil e 1.500 pessoas, respectivamente. Apesar dos prejuízos bilionários, a precisão das previsões e as orientações governamentais ajudaram a salvar muitas vidas.

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